Decoração de salão de cabeleireiro

Decoração de salão de cabeleireiro

Dedicado aos tratamentos estéticos, o terceiro andar apresenta salas bastante espaçosas, ar refrigerado individual, água quente e fria, com iluminação, sonorização e decoração diferenciados, como merece o spa. Ao lado, ilha das manicures. Na mesma sala há os serviços de maquiagem e corte. 1. Sala de banhos, com deck em madeira cumaru. 2. Tijolinhos rústicos aquecem a área das cadeiras vermelhas de manicures modelo tulipa, Way Design. 3. Terraço com piso em cumaru, ombrelone e poltronas no spa. 4. A recepção com balcão em peroba do campo, nicho iluminado e marca recortada a laser. 5.0 café tem balcão e armários de vidro vermelho. 6. Lavatórios com poltronas pretas e cubas, Van De Velde. 7. Em brise de madeira e vidro, a fachada recebeu letras recortadas a laser e pintura automotiva. 8. A sala de cortes é composta por cadeiras hidráulicas na cor branco fac-to, Van De Velde, e bancada engastada, de cristal 20 mm.

Compartilhe no:
  • Orkut
  • Facebook
  • Twitter

Salões de beleza modernos

Salões de beleza modernos

Luz em destaque.
Moderno e sofisticado, o novo Squasso Centro de Beleza e Spa, de Niterói, no Rio de Janeiro, privilegia a funcionalidade aliada ao conforto. Resultado: atendimento classe A por meio de um projeto arrojado, com iluminação especial.
Irmãos e sócios, Renata Nigri c Flavio Rozen aplicaram a larga experiência nas áreas de engenharia e beleza para reformular um espaço que deu lugar ao segundo salão – e leva o mesmo nome do primeiro, inaugurado há dez anos na mesma cidade – administrado pela dupla. Situado em área nobre, do bairro de Icaraí, tem projeto arquitetônico contemporâneo assinado e executado pela Rozen Engenharia, dirigida por Flavio. A ênfase da criação se dá na iluminação do renomado designer Maneco Quinderé.
Com 450 mJ distribuídos em três andares, o ponto forte dos ambientes é a luminosidade. *’A partir da luz, privilegiamos o estilo clean e a funcionalidade. Mantivemos O pé-direito alto, optando por paredes brancas, que foram aquecidas, no térreo, pela lateral em tijolinho aparente e vidro vermelho no balcão do café”, explica Flavio. O contraste de cores é reforçado no piso em porcelanato da marca Eliane na cor cimento contemporâneo e também na escada e bancadas de pia em granito preto absoluto. “Demos preferência para material in natura, usado no painel em concreto, no piso do terraço e no brise da fachada, feita em madeira cumaru”, diz o empresário.

Compartilhe no:
  • Orkut
  • Facebook
  • Twitter

Modelos de salão de beleza

Modelos de salão de beleza

Calcular quanto pode gastar.
O custo aproximado do metro quadrado de um salão montado voltado às classes C e D gira em torno de R$ 800, com as variações da região onde se localiza. O espaço deve ter entre 50 e 60 m2 para começar. Já para atender às classes B e C, a base cie cálculo é cie aproximadamente RS 1.500 o metro quadrado, em uma área entre 120 e 250 m2, podendo envolver uma média de 30 a 50 funcionários. A base de cálculo para urna área acima de 250 m2, voltada às classes A e B, pode ficar em torno de R$ 3.000 o metro quadrado montado, devido ao nível de exigência necessário nos materiais, acatamento, decoração e equipamentos mais sofisticados. Outros modelos de salao de beleza veija decoração de quarto.

Compartilhe no:
  • Orkut
  • Facebook
  • Twitter

Método de trabalho cabeleiros

Método de trabalho cabeleiros

Desenvolver um método de trabalho.
A partir de viagens que fiz ao exterior, percebi a necessidade de elaborar regras. Eu via como as grandes redes de salões funcionavam lá fora e procurava fazer o mesmo. Nas franquias Wemer Coiffeur resolvemos adaptar, criando nossos próprios cortes e batizando-os de Wl, W2, W3 e assim por diante. Contudo, mesmo utilizando os cortes da coleção, um profissional pode fazer sugestões e usar o seu conhecimento estético, técnico e prático para adaptar o look ao cliente. Ele domina a execução de mais de 90 cortes, de forma que pode combiná-los para criar novos estilos, de acordo com o rosto e o jeito de ser cia mulher.

Compartilhe no:
  • Orkut
  • Facebook
  • Twitter

Dicas para montar salao de cabeleireiro

Dicas para montar salao de cabeleireiro

Identificar seu público-alvo:
Para reconhecê-lo, você deve perguntar-se: quem é o cliente que pretendo atingir? Qual sua classe social? Que tipo de serviço ele costuma buscar? Na dúvida, dou uma dica: esse consumidor tem que ser parecido com você. Por quê? R mais fácil trabalhar com quem a gente conhece bem. É possível investir em um negócio rentável, tendo como foco qualquer classe social, das mais humildes às mais abastadas. Casas de varejo de eletrodomésticos lucram muito com as classes C e D, pois sabem como atrair e agradar esse tipo de consumidor.
Identificar o momento de crescer:
A empresa pode ser horizontal e se expandir em um sistema de rede ou franquias, ou vertical – um único empreendimento que cresce no local onde está. A expansão deve ser bem pensada. É importante manter o ponto inicial e, se possível, irxalugando as lojas ao lado, em cima ou embaixo do salão já estabelecido, pois mudar de ponto é sempre um risco.

Compartilhe no:
  • Orkut
  • Facebook
  • Twitter

Dicas para salão de cabeleireiro

Dicas para salão de cabeleireiro

Elaborar promoções para atrair clientes.
Uma sugestão é fechar parcerias com seus fornecedores, possibilitando ações direcionadas exclusivas para o seu salão e dando um diferencial para seus clientes. Assim eles se sentem prestigiados e participam cada vez mais do dia a dia com feedback e serviços.

Compartilhe no:
  • Orkut
  • Facebook
  • Twitter

Montar salão de cabeleireiro

Montar salão de cabeleireiro

Encontrar um ponto comercial.
De saída, sugiro gastar o mínimo possível na abertura do salão. Quando você tiver em mente o tipo de negócio que quer abrir, parta para encontrar o local ideal. De preferência, estude a área e seus concorrentes, mas preste atenção: muitas vezes você faz mudanças no estabelecimento e esquece cie reformar a si mesmo e a sua equipe.
Montar sua equipe.
Para escolher bem o profissional ou orientar a empresa de RH que poderá eventualmente fazer isso, visualize seu salão funcionando. Imagine-se como um cliente que entra e vai passando por todos os setores: é recebido na recepção, levado a uma das cadeiras; é abordado pelo cabeleireiro, que lhe pergunta como deseja o corte; passa à lavagem, novamente à cadeira. Em geral, o funcionário tem que combinar com o estabelecimento e, sobretudo, com os donos. Aspectos básicos: cuidado com a apresentação, limpeza, inteligência e ética.

Compartilhe no:
  • Orkut
  • Facebook
  • Twitter

Montar salao de cabeleireiro

Montar salao de cabeleireiro

Planejar seu negócio.
Muitas variáveis devem ser levadas em conta. Por exemplo: qual quantidade de xampu é necessária para uma semana? Quanto se gasta com água em um mês? É preciso se informar, perguntar, ter valores concretos para pôr na ponta do lápis e saber a quantidade de “combustível” requerida para iniciar a viagem – esperando que ela seja longa e leve a um lugar melhor e mais próspero. Depois que definir quantos profissionais vai empregar, é hora de buscá-los no mercado.

Compartilhe no:
  • Orkut
  • Facebook
  • Twitter

Salao de cabelereiro

Salao de cabelereiro

Werner chegou ao Rio em 1991, de passagem para os Estados Unidos. Vítima de um assalto, viu suas economias provenientes da venda do salão de Canoas desaparecerem da noite para o dia. Só lhe restaram o carro e cerca de mil dólares, que foram investidos na compra parcelada de um pequeno salão em Ipanema, no número 595 da movimentada rua Visconde de Pirajá.
A ida dos irmãos do Sul para a Cidade Maravilhosa ajudou Rudi a expandir os negócios. Após ter uma rede de quatros salões, em 1994 surgiu a chance de transfomiar a marca em franquia. Um império que não para de crescer. Confira aqui oito dicas para ser bem-sucedido na área.

Compartilhe no:
  • Orkut
  • Facebook
  • Twitter

Passos para abrir seu salão

Passos para abrir seu salão

O cabeleireiro Rudi Werner -que iniciou seu império no Rio de Janeiro – ensina como construir uma trajetória recheada de vitórias no ramo da beleza.
Filho de agricultores, o gaúcho Rudi – que tem mais nove irmãos – usou sua habilidade com as mãos para cultivar a beleza. Aos 21 anos, fez seu primeiro curso de cabeleireiro, no Senac de Porto Alegre. Trinta anos depois, ele, que cobra R$ 330 pelo corte em sua Maison em Ipanema, no Rio, e tem clientes esperando um mês para serem alendiclas, mantém o mesmo entusiasmo, visão empreendedora, ousadia e amor à profissão que o levaram a abrir o primeiro salão, já aos 22 anos, na cidade gaúcha de Canoas. Com 51 anos, garante que chegará ao ápice aos 60.
Hoje, a marca Werner se transformou na maior empresa de salões de beleza do Rio de Janeiro e a segunda do Brasil, com mais de 40 franqueados no país e até em Angola, na África. Uma carreira que deve inspirar muitos profissionais. Para eles, Rudi lançou o livro Beleza – Um Bom Negócio (Editora Senac), com preciosas dicas. “Muito mais que indicações, setas e mapas, procuro compartilhar experiências, acertos, enganos, tropeços e vitórias; revelar ingredientes que podem fazer parte da receita de sucesso”, explica.

Compartilhe no:
  • Orkut
  • Facebook
  • Twitter

Posts Mais Antigos »